17 dezembro 2006
Antropologia da antropologia
O antropólogo americano Marshall Sahlins diz que, quanto ao futuro, apenas duas coisas são seguras na disciplina: a primeira é que estaremos mortos; a segunda é que o que tivermos escrito será considerado errado. A sorte é quando a segunda não acontece antes da primeira.
Manuela Carneiro da Cunha
16 dezembro 2006
Conta simples para homens
Psicologia napoleônica?
Na universidade de Aix-en-Provence que é a segunda da França, são 2500 alunos de psicologia matriculados desde a graduação até o doutorado. Existem cerca de 35000 psicólogos atuando no país, a proporção de renovação anual do quadro é de 3 estudantes para cada 2 profissionais, existe um psicólogo para cada 2000 mil habitantes... Um detalhe importante é que somando todos os psicólogos da Europa (tirando a França) o resultado é 35000!
São cerca de 1200 professores de psicologia em toda a França que entram ganhando 2300€ e no topo da carreira atingem 6000€.
Mas o que mais chama atenção nisso tudo é que os professores têm a obrigação de ministrar apenas 192h de aulas por ano...
Procurei dados no site do CFP sobre a situação brasileira e não encontrei... Alguém pode me ajudar a descobrir quantos somos na terra do pau-brasil?
11 dezembro 2006
10 dezembro 2006
Isso é que a famosa contra-propaganda...
DA REUTERS
Pesquisa divulgada ontem pelo Conselho Indiano de Pesquisas Médicas indica que preservativos de padrão internacional são excessivamente grandes para os adultos do país. Em 60% dos casos, a camisinha é em 2,4 centímetros maior que o pênis, e em 30% dos casos, é em 5 centímetros maior.A medição durou dois anos com um número não revelado de indivíduos. A pesquisa explica a ocorrência de disfunções com 20% dos preservativos.
02 dezembro 2006
alô alô marciano, a coisa ta ficando russa!
Talvez a gente não passe um dia sem ouvir os alertas sobre o aquecimento do planeta... é tanta informação, tanta repetição que a vontade que dá é de mandar tudo pras cucuias mesmo. No ano passado o mediterrâneo tinha uma temperatura aproximadamente treze graus mais fria, parece que a profecia realmente começa a se realizar, será?
Quando eu era pequena, assisti um “Fantástico” e fiquei aterrorizada com histórias de extra-terrestres e para acalmar meu coração resolvi perguntar para minha mãe se ela achava que realmente os ETs existiam. Ela me respondeu que achava muito difícil que Deus só teria feito a gente no universo todo e que se fosse o caso deles existirem não precisava se preocupar... outra vez eu também fiquei assustada com essas “histórias” sobre catástrofes ecológicas e mais uma vez minha mãe foi me dizer que eu não precisava me aperrear porque o homem cria as enrascadas mas ele é um bicho muito inteligente e ele também cria as saídas. Não posso negar que me agarro sempre nas palavras dela para tentar acreditar que a gente vai achar uma saída, nem que seja para outro planeta!
26 novembro 2006
aprender e mudar
Aprender exige uma certa disponibilidade ao mundo que muitas vezes não estamos prontos para experimentar... é preciso uma certa segurança de que vamos avançar, ao mesmo tempo em que é preciso humildade para aceitar o novo que vai chegar.
Principalmente porque este "novo" pode ser algo "velho" que a gente esperava ou pode ser algo que a gente nem sabia que era necessário viver, mas que vem sem muito aviso e de repente a gente aprendeu o que nem queria saber.
Muito difícil alimentar esta atitude de humildade diante de nós mesmos... muito difícil de desatar as resistências às quais a gente se agarra para encarar o implacável desejo de não ver a mudança chegar.
16 novembro 2006
Empatia e emoção
Compreendi esses dias porque comecei a descobrir um pouco mais sobre a vida particular de pessoas com as quais eu compartilho o cotidiano da universidade. Percebi que uma amiga especial esteve um ano fora da França, que outra é noiva de um chinês, que outra namora um polonês... E hoje, uma dessas pessoas me disse que entendeu o que significava o racismo quando um policial pediu os documentos do noivo dela pensando sei la o quê...
E hoje a gente foi assistir uma palestra sobre o continente africano. Logo me vi numa mesa onde havia os franceses, um gabonês, uma senegalesa e um rapaz do Burkina Faso. Os franceses começaram a falar sobre conolização. Engraçado que eu me senti esquisita, era a primeira vez que eu participava de uma discussão sobre tema tendo ao lado aqueles que têm o passado de colonizador. Não demorou e eu fiquei meio emocionada de ver que apenas eu e os três "colonizados" face a face... a emoção de saber que pesa sobre nossas nações o que muitos "colonizadores" jamais compreenderão...
14 novembro 2006
13 novembro 2006
A morte de um pixel
Agora deu! Seguro para morte de pixel! Era so o que faltava! Rapaz se um pixel meu resolve morrer ele ta lascado!!!!
09 novembro 2006
Fiquei incrivel!
Provocação?
Hoje pela manhã começo a escutar a rádio francesa e percebo que entre as músicas selecionadas, toca uma vasta amostra texana... logo depois da derrota de Bush, hummmmm sei não... minha mente maluca só pensa em provocação!
07 novembro 2006
Eu tô voltando...
Fiquei até com vontade de cantar « de mulher pra mulher, Marisaaaaaaaaa », mas ninguém ia entender mesmo…
20 agosto 2006
Maquina do tempo...
Eu vou na fé
Seja o que Deus quiser
Eu vou, mas nem que eu tenha que ir a pé
E vou cantar
Pois essa é a forma de eu sonhar
Da dor aliviar
Nesta bolha de ar
Sair do corpo
Para não mais voltar...
18 agosto 2006
I see dead people
Essa foi a fofoca mais avassaladora da semana, logo depois de eu saber que tenho que analisar meus dados da pesquisa mais uma vez porque meu qui-quadrado ta errado... e o danado do menino ja tem 18 anos... parem o mundo!!!!
15 agosto 2006
Reclames
Mas o que eu mais gosto mesmo é a ausência total de comercial de bebida alcoolica. Na verdade, você encontra uns perdidos, comercial de rum, eu acho. Mas não existem aquelas progagandas colossais, com mulheres, carros, todo mundo enchendo a cara.
Imagine se a França fosse fazer comercial de vinho na televisão como o Brasil faz de cerveja?
01 agosto 2006
19 julho 2006
Estado de respeito
Faz uns dois meses também que a França foi abalada por dois casos parecidos. O parlamento francês fez um minuto de silêncio pelas crianças... eu fiquei engasgada com a cena.
Um documento meu atrasou numa secretaria do governo francês. Fui duas vezes no guichê. Na segunda fui encaminhada ao chefe. O homem me pediu insistemente desculpa pela demora. Fiquei "bege".
Todo mês vou na farmácia pegar meu remédio de tireóide, entrego a receita, pego o remédio e digo « merci ». Não pago nada, pois saúde aqui é de graça.
Ninguém sai com medo de levar uma bala, de ser assaltado. A morte é verdadeiramente a exceção. Capazes de garantir respeito aos seus moradores e cidadãos, o primeiro mundo não divide com aqueles que precisam, e muitas vezes, é o primeiro mundo o responsavel pelo caos que encontramos abaixo do Equador.
A nova lei de imigração francesa expulsa a criança estrangeira que fala o francês e a lingua materna. Apenas crianças filhas de estrangeiros que não falam a lingua dos pais, isto é, unicamente francofonas, ficarão na escola. O estado de respeito começa a mostrar seus limites, "escolhe" a dedo os que podem dele usufruir.
14 julho 2006
São Paulo e o Mediterrâneo


Andei vendo nos jornais a cobertura da violência do PCC e da semana de moda em São Paulo. Parece uma coisa inventada que no meio de tanta bala e fogo, um estilista lança a sua coleção dizendo que se trata de roupas para a mulher brasileira carregar na mala das férias, num maravilhoso cruzeiro no Mediterrâneo, sendo a “convidada do comandante”...
Fácil de constatar que neste mundo, sonho, glamour e riqueza não fazem parte da realidade de mais de 99,9% das mulheres brasileiras. Fácil de constatar também como essa elite podre brasileira vive no seu imaginário supérfluo e degradante, maquiado pela magreza do modelo anoréxico feminino, desfilando na cara do país a exclusão social. Viva o São Paulo Fashion Week!
12 julho 2006
Números mundiais
Segundo a Organização Panamericana de Saúde, a cada minuto morrem 20 crianças menores de 5 anos e a cada dia morrem 30.000 crianças. Morrem por ano, um milhão de crianças na primeira infância em conseqüência da morte de sua mãe e mais de 10 milhões de crianças menores de 5 anos devido à doenças que poderiam ser prevenidas e tratadas a tempo.
10 julho 2006
Zinedine "Sedane"
06 julho 2006
05 julho 2006
Guerra
Uma das coisas que eu mais gostava de estudar na escola era história. E o “capítulo” da Segunda Guerra Mundial me interessava muito com todas os contos, os rumores, os bastidores... Estudando psicologia a gente revê um pouco do contexto. A idéia de teste de inteligência que nasce ainda na Primeira Guerra, os estudos sobre comunicação de massa, a noção de propaganda, o conformismo. Uma das histórias que mais me fascina, é Kurt Lewin tentando fazer os americanos comer miúdos de carne, que não era um comportamento freqüente...
Aqui todas as vezes que vamos fazer a feira da semana, passamos em baixo de um túnel que foi bombardeado três vezes durante a segunda guerra. Mais de dois mil e quinhentos feridos, não sei quantos mortos. Embaixo do túnel, meu pensamento não escapa àquela época. As marcas da guerra são muito fortes aqui. No metrô, lugares são reservados para inválidos de guerra, idosos e grávidas, e a placa diz “nesta exata ordem de preferência”.
Os inválidos de guerra não pagam inscrições em bibliotecas, fazem esporte gratuitamente nas piscinas publicas, não pagam transporte público. Em Paris, toda primeira quarta-feira do mês, sirenes soam para lembrar os bombardeamentos. Em Marseille, cada rua, cada monumento, conta uma parte dessa história que parece mentira de tão absurda.
29 junho 2006
Férias na França
Algumas estatisticas francesas têm utilizado o elemento férias como um indicador de precariedade social: um em cada sete franceses nunca viajou nas férias... parece piada né? Mas não é não. Férias aqui é coisa séria, porque férias traz dinheiro e neste hemisfério terrestre, gastar pra ser feliz é a ordem do dia...
22 junho 2006
Fim de ano
Eu levei um presentinho pra uma colega muito simpática que foi a primeira a falar comigo em outubro do ano passado. Eu tava sozinha, passava o dia todo sem falar nada, era uma coisa muito louca... acho que passei umas semanas assim, no máximo eu falava bonjour... foi então que um professor pediu que as pessoas fizessem grupos e obviamente eu sobrei. Pois é, fui salva por Christelle que muito acolhedora me convidou pra fazer o trabalho no grupo delas. Tinha uma menina que fez uma cara, dava pra adivinhar o pensamento: agora lascou a gente vai ter que agüentar essa doida.
O fato é que essa outra francesa é uma figuraça e hoje uma das pessoas que posso chamar de amiga aqui. Que demora demora, mas que vai vai. E foi!
Descobri umas meninas que são filhas de portugueses, uma onda. Todo dia ao invés de “ça va?” é o velho e bom “tudo bem?”
Moral. Português não é uma língua muito conhecida aqui e quando eu abro a boca o povo ri! Levou oito meses também pra alguém pedir para eu dizer “um dois três” em português... foi semana passada!
Christelle coitada ficou tão envergonhada porque eu sorridente, falando no meu sotaque clássico e num nível auditivo um pouco mais elevado
... é o fim do ano letivo e da semana de provas. Esse negócio de semana de provas é um dos maiores atrasos que eu já vi neste velho mundo. O que importa é que acabou hoje que finalmente eu poderei assistir Gana contra Estados Unidos hoje de tarde!
21 junho 2006
Provas da faculdade
16 junho 2006
Prova de filosofia do "vestibular" francês
- Podemos julgar objetivamente o valor de uma cultura?
- Pode-se demonstrar alguma coisa pela experiência?
- Deve-se preferir a felicidade à verdade?
- Uma cultura pode portar valores universais?
- Nossos deveres são todos voltados para o outro? Isso pode escapar ao tempo?
- Que necessidade temos de procurar a verdade?
- O interesse da historia é de lutar contra o esquecimento?
13 junho 2006
depois de um tempo
O interessante da historia é que muitas pessoas se sentiram vigiadas depois que o dispositivo foi instalado e desistiram de ficar porque não queriam ser alvo de desconhecidos. Ora, o orkut sempre foi publico, ou seja, sempre os "não amigos" entraram e vão entrar...
Eu me pergunto: tem gente que so descobriu agora que os "outros" estavam olhando?
Incivilidades cotidianas
Na verdade, os franceses sabem como ninguém a maneira certa de fazer e a forma polida de mandar você se lascar. Eles usam todos os subjuntivos, pessoais e impessoais, no futuro do pretérito ou no mais que perfeito, não importa. A incivilidade polida é um esporte nacional.
18 maio 2006
http://www.desligueatv.org.br
"A TV FORMA, INFORMA OU DEFORMA?"
"A TV possui um grau elevadíssimo de informações que nos enriquece de uma maneira pobre, pois se tornamos uns viciados deste veículo de comunicação".
"A TV no entanto é um consumo que devemos consumir para nossa formação, informação e deformação"
"A TV se estiver ligada pode formar uma série de imagens, já desligada não..."
"A TV deforma não só os sofás por motivo da pessoa ficar bastante tempo intertida como também as vista"
"A televisão passa para as pessoas que a vida é um conto de fábulas e com isso fabrica muitas cabeças"
"Sempre ou quase sempre a TV está mais perto denosco, fazendo com que o telespectador solte o seu lado obscuro"
"A TV deforma a coluna, os músculos e o organismo em geral"
"A televisão é um meio de comunicação, audição e porque não dizer de locomoção"
"A TV é o oxigênio que forma nossas idéias"
"...por isso é que podemos dizer que esse meio de transporte é capaz de informar e deformar os homens"
"A TV ezerce (Nossa Senhora!!!) poder, levando informações diárias e porque não dizer horárias"
"E nós estamos nos diluindo a cada dia e não se pode dizer que a TV não tem nada a ver com isso"
"A televisão leva fatos a trilhares de pessoas""A TV acomoda aos teles inspectadores"
"A informação fornecida pela TV é pacífica de falhas"
"A televisão pode ser definida como uma faca de trez gumes. Ela tanto Pode formar, como informar, como deformar"
10 maio 2006
Tudo vale à pena
07 maio 2006
Para o djudju
Acho que ultimamente eu sou este observador que se aproximou demais do próprio quadro e agora não consegue saber o que é figura e o que é fundo. Nesta ambivalência cotidiana, o significado do que estava sendo construído fica escondido objetivamente pela falta de distanciamento necessário e subjetivamente, porque as “impressões” não se entendem e causam até um certo sofrimento, uma certa culpa quem sabe.
Desesperada, lanço pinceladas e depois apago de forma abrupta. O problema não é refazer a obra, o problema é tentar que ela se faça por si mesma, é esquecer de construir a imagem sonhada inicial que representa o quadro no imaginário. De repente, qualquer disposição de elementos vale, ou nenhum vale coisa alguma. Oscilando, olho ao lado, quero saber o estado da arte ao meu redor. Quem sabe assim, eu consiga observar melhor minha projeção.
O problema é que em relação aos exteriores, minha posição sempre é a distância estratégica: tudo parece nítido, lindo, adaptado. Com os olhos fixos na minha estrutura, mergulhada nesta desordem, não acho saídas, penso que o meu projeto não vale, minhas construções não estão na moda, não estão ajustadas. Cega, faltam cores. Exagero em umas, esqueço de outras. Não consigo recentrar minha idéia, não encontro paz. Neste ponto, esqueço que o quadro é singular e que ninguém pode fazê-lo por mim, cada um tem o seu, pinta como pode e ver o quer. Um pouco de luz talvez, uma luz interior precisa iluminar. Deixar passar por mim toda a possibilidade de viver, todo o amor e assim pintar com você o que é nosso e que sozinha não posso enxergar.
21 abril 2006
Impressões
05 abril 2006
Ou vai ou racha!
Vão ficar com medo de umas notas mixurucas, que serão as mesmas com curso ditado ou não e perderão a chance de afrontar a precariedade que bate à porta sem pedir licença e se instala indefinidamente como visita indesejada...
Mantendo a força junto com a sociedade, uma lição poderia ser dada à idéia de que "é lei, nada muda". Todo poder ao povo!
21 março 2006
Historias sobre você mesmo
De vez em quando minha mãe e meu pai contavam algumas das frases que eu falei pequenininha e que eles consideravam as mais engraçadas. Eu sempre adorei estes momentos. Parecia que eu me encontrava com meu eu mais arcaico, um eu esquecido por mim mesma, acessivel apenas pelas lembranças de outros. "Eu disse isso?", é a pergunta mais comum que a gente faz nestas ocasiões porque nos parece realmente muito esquisito que tenhamos deixado marcas memoraveis sem de fato controlar este fenômeno. O sentimento de estrenheza e curiosidade era também de descoberta e de certeza: então eu sou isso mesmo!! Uma certa tranquilidade existencial...
10 março 2006
Lista Forbes
09 março 2006
No coletivo
Nesta hora eu senti aquela emoção que faz com que a gente se lembre que somos iguais e diferentes, que somos gente. A emoção de partilhar o coletivo... uma esperança reacende dentro de mim...
23 fevereiro 2006
O dia em que a Terra parou...
20 fevereiro 2006
Tudo se vende, até...
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Anuncie na Overture
19 fevereiro 2006
18 fevereiro 2006
emburrecendo com a ciência
17 fevereiro 2006
14 fevereiro 2006
A matematica do curso
na aula de ética, disciplina obrigatoria para os 13 percursos de mestrado, aproximadamente 600 alunos se acotovelam em um anfiteatro, para copiar detalhadamente as projeções do professor. Copiar o que sera enviado por email ou entregue impresso para cada aluno. A turma se impacienta com a velocidade em que o professor passa a projeção. O professor se impacienta com as reclamações: "quem sabe se eu fosse embora e deixasse os diapositivos passando cronometradamente, vocês ficariam satisfeitos?!"... silêncio absoluto, continuamos a copiar o "curso magistral" (como é chamado aqui) enquanto certamente, outra lista de notas começa a ser fixada...
05 fevereiro 2006
Simples
Eu conheço pessoas que de tão simples parecem santas. Dificil é explicar o que é essa tal de simplicidade de que eu falo... e parece até que eu queria ser santa também!! Rapaz nem se eu quisesse...
Não é exatamente um modo de vida... talvez é um olhar sobre o mundo, sobre si e sobre o outro. Uma leveza, uma certeza de si, uma energia construtora... muito abstrato, pouco tangivel e inominavel... o que danado é isso??
Culpa
01 fevereiro 2006
casamento, poligamia e conta bancaria!
Fui em outro banco e agora, não sou mais casada na conta... é que como eu abri so em meu nome, consta como se eu fosse solteira... rapaz, que doidera!!
23 janeiro 2006
No lado de baixo do Equador
Entre razão e emoção
18 janeiro 2006
transgênicos
Qual é o problema?
E num futuro não muito distante...
10 janeiro 2006
pequenas observações
São idéias que andam caindo por terra depois de vivenciar um pouquinho mais as diversas situações cotidianas...
Pegar um ônibus, por exemplo! Ou almoçar no restaurante da faculdade... Descobri que os franceses ou não sabem ou não gostam de fazer uma simples fila! E pior, adoram furar uma quando a mesma existe! Com a maior cara de pau.
Sempre a mesma agonia nessas horas, um buruçu danado, empurra de la e de ca, e tome pardon, excusez, mas fila que é bom?! Nada!
Entregar e fazer trabalho da faculdade, então... o povo aqui sabe fazer um corpo mole!! Chegar atrasado? Sabe também.
Fazer furdunço na biblioteca? Telefone celular tocar na sala no meio da aula? Ou na biblioteca?
Tem tudo isso aqui, tem... e muito mais!
Quando o povo se empolga na biblioteca e fala muito alto, por exemplo, a bibliotecaria não se intimida: grita em alto e bom som "eu vou ser obrigada a evacuar!!!"
Cada vez que ela faz isso, eu fico rindo sozinha como uma besta, imaginando se fosse no CFCH... com certeza ia ter um engraçadinho pensando a mesma coisa que eu: "pode evacuar minha senhora!! Prender faz mal..."






